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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Perdedor Eu

Éramos somente dois. Dois perdedores perdidos. Perdidos entre pseudo-vencedores. Pseudo-vencedores que não nos queria ali. Ali quietos íamos no canto. Canto sozinho agora. Agora sou só Eu.

domingo, 20 de setembro de 2009

Deserto Amarelo.

E de repente você se foi, aquele lugar cheio de vida e de pessoas interessantes se tornou um deserto, um deserto de pedras amarelas, os castelos cheios de janelas te observam, mas não te vêem. As vezes uma alma perdida aparece por lá, mas logo vai embora. Não tenho mais pra onde ir, minha vida tornou-se vagar, e vagar, devagar, por entre ruínas. Ou esperar este martírio acabar sentado, entediantes dias que não se acabam ali.
E na hora de voltar à realidade, era tão mais fácil, tão rápido, voltávamos falando de amores, mulheres, musicas e zoando os estranhos animais daquela selva, os estranhos animais que agora enfrento sozinho, eles que berram em sua língua grotesca coisas que eu nunca entendi, que tentam berrar o mais alto o possível como em um jogo, em que têm que provar sua masculinidade.
É triste mas é a realidade.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Musica espontanea.

Lá la la lá la, lá la la lá laaa.
Lá la la lá la, lá la la lá laaa.

^^
valeu.

sábado, 11 de julho de 2009

Sinal.

Finalmente o sinal, é hora de sair, de pular de teto em teto, de aranha me vestir. Consertarei uns erros meus, deixarei outros pra lá, mas em um lugar tenho que ir, uma coisa consertar. Serei eu bem recebido [?], e algo vai me dar, quando estiver ao contrario, com que olhos vai me olhar?
Finalmente o sinal, e que todos podem ver, pois chegou a minha hora, agora que está a chover.

domingo, 19 de abril de 2009

Batalhas Perdidas

Guarda suas lembranças em objetos que esquece sempre onde os guarda, mas nunca esquece que os têm. Vive o momento mas teme o amanhã, tenta passar uma imagem que não consegue sustentar, e vive uma vida em que não vive, não toca, não vê.
Perdeu todas as batalhas que lutou, e por isso perdeu a coragem de lutar novamente. Mas um dia perceberá o que ficou para trás e não mais poderá voltar. Apenas poderá resgatar os objetos, já corroídos pelo tempo, mas que ainda significam algo.

Medo

Acorda para todas as besteiras que cometeu anteriormente, todos os amigos a quem nunca deu satisfações e os muitos desconhecidos que tratou como rei, promete-me que nunca mais, mas viro as costas sei que tanto faz. Palavras não valem mais.
Talvez seja só o medo, ou a esperança de achar em desconhecidas faces o que só existem em seus sonhos, todos falhos e caídos, não percebe que tem todos na palma de suas mãos, e os deixa temendo sofrer e sofrendo mais.