Sem inspiração o suficiente para escrever algo bom, semana de provas na faculdade e o meu sempre companheiro tédio me levam às monótonas ações de estudar, comer e dormir, meu eu ficou por aí em algum lugar, quando achar volto a postar, por enquanto somente Moptop pra sintetizar o que sinto:
terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Compras
Era outro entediante dia que rumava para seu fim, eu tranquilamente me dirigia à minha casa, mas você conseguiu me chamar a atenção e fazer eu desviar a rota que seguia. Era engraçado ver a dificuldade que tinha em carregar algumas compras e sem me reconhecer propus-me a ajudar, puxei um assunto, não que quisesse mas era constrangedor andarmos cinco quadras juntos e não trocarmos uma palavra sequer, como um velho casal que consegue ler os pensamentos um do outro.
Você começou a falar da sua vida e tudo que dizia parecia o certo a se dizer, seus gostos suas sutilezas, algo inexplicável e as cinco menores quadras que andei na vida. Até chegarmos na sua casa, você me agradeceu e deu um desajeitado abraço que não soube corretamente retribuir, e entrou na sua casa enquanto eu tomava novamente meu rumo pra casa.
Na volta para casa uma sensação de leveza e um garoto correndo com um doce na mão me deixaram com uma estranha vontade de voar e uma certeza:
"Eu faço meu destino"
Você começou a falar da sua vida e tudo que dizia parecia o certo a se dizer, seus gostos suas sutilezas, algo inexplicável e as cinco menores quadras que andei na vida. Até chegarmos na sua casa, você me agradeceu e deu um desajeitado abraço que não soube corretamente retribuir, e entrou na sua casa enquanto eu tomava novamente meu rumo pra casa.
Na volta para casa uma sensação de leveza e um garoto correndo com um doce na mão me deixaram com uma estranha vontade de voar e uma certeza:
"Eu faço meu destino"
domingo, 27 de setembro de 2009
The Tall Tree
I used to see you behind the tall tree
I would like to kiss
Your angelical face and see
Your smile and try to be
Happy someday.
I used to see you behind the tall tree
I would like to face
Everybody and escape
As we did on my dreams
I know someday
I used to see you behind the tall tree
I would like to kiss
Your angelical face and see
Your smile and try to be
Happy someday.
I used to see you behind the tall tree
I would like to face
Everybody and escape
As we did on my dreams
I know someday
I used to see you behind the tall tree
domingo, 20 de setembro de 2009
Deserto Amarelo.
E de repente você se foi, aquele lugar cheio de vida e de pessoas interessantes se tornou um deserto, um deserto de pedras amarelas, os castelos cheios de janelas te observam, mas não te vêem. As vezes uma alma perdida aparece por lá, mas logo vai embora. Não tenho mais pra onde ir, minha vida tornou-se vagar, e vagar, devagar, por entre ruínas. Ou esperar este martírio acabar sentado, entediantes dias que não se acabam ali.
E na hora de voltar à realidade, era tão mais fácil, tão rápido, voltávamos falando de amores, mulheres, musicas e zoando os estranhos animais daquela selva, os estranhos animais que agora enfrento sozinho, eles que berram em sua língua grotesca coisas que eu nunca entendi, que tentam berrar o mais alto o possível como em um jogo, em que têm que provar sua masculinidade.
É triste mas é a realidade.
É triste mas é a realidade.
domingo, 13 de setembro de 2009
Malditos Beatles.
"Love is all we need."
The Beatles
The Beatles
Malditos Beatles tentando me ensinar a viver, e geralmente estão certos.
Malditos Beatles muitos nunca te ouvirão, então porque estou escrevendo as palavras de um sermão que ninguém ouvirá.
Malditos Beatles que já passaram por tudo que estou passando, então porque diabos eu deveria me lamentar.
Malditos Beatles que carregavam a insegurança consigo, eu não sou tão seguro assim esses dias já se foram.
Malditos Beatles já tentei não gostar de vocês, mas infelizmente sou um perdedor.
Mas Beatles em algo não quero me espelhar em vocês, pois quero meus amigos comigo até a hora da minha morte.
Malditos Beatles muitos nunca te ouvirão, então porque estou escrevendo as palavras de um sermão que ninguém ouvirá.
Malditos Beatles que já passaram por tudo que estou passando, então porque diabos eu deveria me lamentar.
Malditos Beatles que carregavam a insegurança consigo, eu não sou tão seguro assim esses dias já se foram.
Malditos Beatles já tentei não gostar de vocês, mas infelizmente sou um perdedor.
Mas Beatles em algo não quero me espelhar em vocês, pois quero meus amigos comigo até a hora da minha morte.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Neblina.
Meus olhos ardiam naquele dia, como se já soubessem o que estava prestes a acontecer, ou somente por causa da forte serração que batia em minha face em mais uma volta. Não estavam muito alto meus fones, podia ouvir qualquer ruído estranho, ou conhecido... Mas naquela noite em especial nem percebia que estava com eles pela avenida, avenida esta que me parecia tão longa e tão glamurosa, com sua simplicidade que só ela tem aqui.
Embora em minha mente já tivesse andado quilometros não havia chegado ao meio do caminho, que mais parecia um pesar. Quando de repente, uma voz, um vulto familiar, não, deve ser só imaginação. Mas, o sorriso, eu o conheço, embora não o ouça a muito tempo, como poderia me esquecer da alegria de um tempo atrás que esse sorriso me proporcionava?
Mas quem estaria com ela, se for ela, a serração que não dissipa não me deixa ver, Mas agora eu sei que é ela! Não posso estar errado! Mas quem é ele?
E eu parado ali, imóvel, tudo me dói ao mesmo tempo sem eu nada sentir alem de...
...confusão.
Aos poucos a serração diminui e vou conseguindo ver, já não sei se passei minutos ou horas ali, ou se foram poucos segundos, mas agora eu sei que é ela.
Ela e um cara estranho, abraçados e sorrindo, como me abraçava, como sorria para mim, nem que fosse apenas em meus sonhos, era comigo que devia estar.
Olho para baixo e vejo minhas pernas mas não às sinto, e a tontura, AHHH, acho que desmaiei, mas ainda estou acordado só não consigo me mexer, e as vozes estão vindo em minha direção, o que estão dizendo?
Quando consigo abrir meus olhos estou em minha casa, na minha cama, com a mesma roupa que estava ontem quando sai, será que foi um sonho? uma ilusão? ou realidade?
Quem sabe o tempo possa dizer.
Embora em minha mente já tivesse andado quilometros não havia chegado ao meio do caminho, que mais parecia um pesar. Quando de repente, uma voz, um vulto familiar, não, deve ser só imaginação. Mas, o sorriso, eu o conheço, embora não o ouça a muito tempo, como poderia me esquecer da alegria de um tempo atrás que esse sorriso me proporcionava?
Mas quem estaria com ela, se for ela, a serração que não dissipa não me deixa ver, Mas agora eu sei que é ela! Não posso estar errado! Mas quem é ele?
E eu parado ali, imóvel, tudo me dói ao mesmo tempo sem eu nada sentir alem de...
...confusão.
Aos poucos a serração diminui e vou conseguindo ver, já não sei se passei minutos ou horas ali, ou se foram poucos segundos, mas agora eu sei que é ela.
Ela e um cara estranho, abraçados e sorrindo, como me abraçava, como sorria para mim, nem que fosse apenas em meus sonhos, era comigo que devia estar.
Olho para baixo e vejo minhas pernas mas não às sinto, e a tontura, AHHH, acho que desmaiei, mas ainda estou acordado só não consigo me mexer, e as vozes estão vindo em minha direção, o que estão dizendo?
Quando consigo abrir meus olhos estou em minha casa, na minha cama, com a mesma roupa que estava ontem quando sai, será que foi um sonho? uma ilusão? ou realidade?
Quem sabe o tempo possa dizer.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)